- Caralho to sabendo da oposta - ele disse se sentando na calçada.
- Como soube? - olhei para os meus pés e chutei a primeira pedra que havia perto, respirei fundo e me sentei do lado dele, e fiquei olhando para a rua.
- Comentários! - ele deu de ombro e ficou olhando para a minha cara - eae o que vai fazer?
- Vou ter que ganhar essa posta.
- Mano se é louco ? - ele falou um pouco alto
- Por que louco? - Por que a Helena é virgem? Por que ela cheira mal? Por que ela … - ele revirou os olhos e olhou para a rua.
- Comentários?
- Isso ae - ele sorrio.
- Então caralho.
- Mais ela fede, e tenho certeza que ela é virgem. - Como tem certeza que ela é virgem?
- Acho que o fedo te responde - ele riu baixo, colocando a mão no bolso da calça - vai querer - ele puxou um daqueles bangues enrolado.
- Se é louco fumar na frente da casa da minha avó?
- Mano vai catar a Helena e não me enxe o saco. - ele acendeu aquela porra e ficou fumando.
- Mais é o caralho mesmo! - peguei dele, e joguei no chão.
- Qualé manolo?! - ele ficou me encarando.
- Qualé eu quem diga, aquele porra do Ronny me enfia em uma merda!
- Merda? Você foi enfiado no esgoto com resto de vomito. - ele riu alto e pegou a bangue do chão.
- Cala a boca Teva, eu vou catar a mina como, você vai te que me ajudar.
- Vey na boa, tu ta fodido.
- Fodido? Só o fato de ser virgem eu to fodido - olhei para a rua e respirei fundo, quando aquela risada do caralho ficou ecoando meu ouvido - puta que pariu Teva agora vai rir?
- Mano eu não acredito! - ele ria pra caralho, então fechei a cara, ja que eu não iria fazer ele parar de rir - mew você ta bravo?
- Bravo?
- Olha a cara de cu de galinha que você ta fazendo!
- Como é que é Teva? - desta vez não era só ele que estava rindo pra caralho - cu de galinha mano? HAHAHAHHAHA
- HAHAHAH mais serio você fez um cu de galinha agora - minha barriga doia de tando rir com aquele filho da puta!
- Mano como faz agora? - perguntei a ele quando consegui respirar direito.
- A gente da um jeito - ele piscou pra mim e tragou a maconha.
- Que jeito cara - o silencio veio tão rapido, que eu fiquei me sentindo um tal de forever alone, porque aquele vagal nun falava um A - mais que porra Teve, fala ae - ele se levantou parecia que tinha se irritado.
- Mano na boa, tu ficaria muito gatinha de mulher - ele riu alto e ficou em silencio novamente.
- QUE PORRA VOCÊ ESTA FALANDO?- Isso mesmo Alexos, você vai se vestir de mulher conseguir confiança nas garotas e você vai tirar esse cabaço ae!
- Para mano, vou ligar pra puta que me pariu e ja resolvo isso.
- Cala a boca moleque, você vai ser o cara, quer dizer vai ser a guria, pra conceguir uma.
- Não entendo! - fiquei encarando ele.
- Você vai se vestir de mulher - ele tava drogado só pode, porque que filho da puta iria pedir pra eu se vestir de mulher, quando esta sá?
Estava voltando pra casa, quando chego perto de casa e olho a rua para atravessar.
- Ei garoto! - uma garota ruiva começou a gritar do outro lado da rua.
- Eu? - olhei para ela sem entender.
- Você mesmo - ela começou a falar gesticulado as mãos.
- O que foi? - atravessei a rua e fui perto dela.
- Estou a procura dessa casa - ela me passou um papel, era o numero da casa do meu avô, achei estranho.
- Eu conheço esse endereço - sorri de lado
- Conhece? - ela abriu o maior sorriso do mundo.
- Sim.
- Pode me falar aonde é? - ela pegou o papel da minha mão.
- É a casa do meu avô - eu não estava entendo nada.
- Como assim? - e pelo jeito ela também estava entendo nada - ninguém me falou que o cara que mora lá tem netos gostosos - ela riu baixo, e ficou séria novamente.
- Pois é.
- Isso não é uma coisa legal dese falar - riu baixo - Então como você se chama? - fiquei olhando para aquela garota de cabelos bem vermelhos, não digo cor do sangue porque seria um algo muito gay, então vou pra puta que pariu mais eu não vou comparar com nada, ela ficou me encarnado por um bom tempo e aquele silencio se quebrou quando ela resolveu abrir a boca.
- E que diabos você quer saber o meu nome? - que idiota, respirei fundo e olhei para ela, revirei os olhos.
- Que pergunta mais cretina - respirei fundo - vai falar ou não?
- Raphaella Luize - ela arquiou uma sobracelha - mais pode me chamar de Rapha.
- Ok Rapha - fiquei encarando ela - que diabos que você quer com o meu avô?
- Sou filha dele - ela sorrio.
- Ta zuando? - segurei o riso.
- To nada, seria muito bom se isso fosse uma brincadeira - ela revirou os olhos e cruzou os braços - ele é tão ausente quanto o pai do meu filho.
- Você tem filhos? - fiquei meio… puta que pariu - eu tenho uma tia da minha idade?

Raphaella Luize Uma garota com o peso na consciência, pelo que me parece, por ter deixado seu filho Nicollas, com sua mãe mesmo a mãe dela tendo condições de ajudar ela, ela quer ter idependencia quer fazer sua faculdade quer trabalhar e ter sua propria vida com seu filho. Mas para isso ela vem morar com o seu pai, que na verdade é meu avô, isso é meio estranho mais acho que foi esse motivo dos meus avôs te se separado, e acho que nem minha mãe sabe que ela existe.
- Você é meio louco - ela revirou os olhos, e respirou fundo.
- Então vou te levar pra casa do meu avô - depois disso o silencio voltou a incomodar, aquilo me deixava nervoso, olhei para ela e seus cabelos realmente era vermelho, ardia os olhos só de olhar para aqueles cabelos, sorri de lado, quando ela olhou para mim, e voltou a olhar para a suas unhas, e como sempre eu cavaleiro levo as malas para as minas forgadas.
Ao chegar na casa do meu avô a deixei na porta, ela sorrio:
- Muito obrigada - ela ficou meio sem jeito.
- Por nada - sorri em resposta - agora preciso ir - dei as costas, e voltei para casa, minha mãe tinha saído, minha pirralha estava de buenas no quarto dela, até ela gritar o meu nome.
- ALEXOOOOS - pois é meu nome é tão gostoso de gritar que as pessoas parecem que me ama.- Me ama neah! - parei na porta do quarto dela, ela ainda estava de pijama, sorri de lado.
- Eu te amo sim- ela bufou.
- Até parece.
- Duvida?- Isso ae- pisquei pra ela, ela riu baixo.
- Ta sabendo que eu quero seu corpo nu neah?!
- Como é que é? Que putaria é essa Su??
- Brincadeira - ela cruzo as pernas e voltou a olhar para o computador.
Fui para o meu quarto, me joguei na cama quando o meu celular toca, e adivinha quem era?
- Porra man, tenho uma posta muito louca pra voce.
- Vou falar nada - respiro fundo - qualé a aposta?
- Man, os caras ta falando que duvida que você cataria a Helena - ele falava muito rapido - ae eu falei que você cataria, e eles apostaram que não.
- Puta que pariu olha o que voce me faz!
- Agora você vai ter que catar ela, se não ele vai cortar o que eu tenho de mais preciso.
- Porra Ronny!
- Caralho man, tu tem que fazer isso, por mim, por nossa amizade brow
- Vai tomar no meio do seu cu.
- Por mim vai!
- Vou pensar.
- Falow - ele desligo na minha cara, joguei os celular sobre a cama, eae quem falou que era o Ronny acerto, aquele filho da puta, que come buceta com pimenta, mais é o caralho olha o que ele me faz, eu não sou como eles, não vou catar a mina só por causa dessa bendita aposta. Mano ele é meu amigo, e o cara vai cortar o saco dele fora.
- Foda-se, vou catar ninguem por causa do pênis dele - olho para os lados, respiro fundo - vai tomar no cu, vou ter que catar a Helena.
- Alexos? - era a voz da Su.
- Qualé?
- Tem um cara estranho na frente de casa gritando o seu nome - olhei pra ela, sem entender porra nenhuma - pois é eu também não entendi nada, vai la fora caralho.
- Ok pirralha - me levantei e passei perto dela, bagunçando os cabelos da mesma, ela ficou muito puta com a minha trakinagem e deu um soco na minhas costas - isso não vale.
- Quer que eu soco o seu saco pra ver o que não vale? - ela falo brava.
- Mais depois tem que fazer massagem. - ri baixo.
- Eu faço, com o maior prazer.
- Falou demais em maninha - ela ficou branca, rosa, vermelha, todas as cores que você possa imaginar, sai dando risada e abri a porta dando de cara com o.. - TEVA! - falei alto.
- Caralho man, assim você me assusta- a voz dele era num timbri de um cantor muito famoso.
- Sorry - torci os labios.
Eu fiz
Eu não fiz
Eu fiz
Eu não fiz
Eu fiz
Eu não fiz
Eu fiz
Eu não fiz